19 de dezembro de 2009

ela pode ser um sapo...

As luzes laranjas piscam na interface perdida do computador, alguns tentam falar comigo, outros, nem tanto. a vonta de ultrapassar as imagens cresce cada vez mais, assim como cresce a minha impossibilidade de decifrar a infinidade de códigos por trás delas.

alguma coisa ainda nos alegra,,, uma mulher dançando, imitando bichos e dizendo que, sim, PODE SER UM SAPO.

http://www.youtube.com/watch?v=92TNIIbaBOo

17 de dezembro de 2009

Nova Modalidade Olímpica

LANÇAMENTO DE MELISSA COM JATOS DE SANGUE



O decreto 3.854-M, cápitulo 2 do Comitê Olímpico Internacional institui hoje, 17/12/2009, a nova prática esportiva denominada Arremesso de Melissa com Jatos de Sangue. O esporte busca alcançar pessoas de todos os países que já tiveram problemas de saúde ocasionados pela sandália Melissa. O fabricante não se manifestou a respeito da novidade, mas segundo a assessoria de imprensa da Melissa "o esporte só vem para alavancar nossas vendas, já planejamos até o lançamento da Melissa Madeirinha e da Melissa Ferrugem, que serão produzidas no intuito de arrancar pernas e pés e aumentar a prática da atividade esportiva".


"ESPORTE NÃO É DROGA, PRATIQUE"

15 de dezembro de 2009

Plymouth Fury Christine 5.9

Malvada de verdade



Presente no mercado desde 1958, a Plymouth Fury Christine 5.9 é um exemplo de tecnologia e bom desempenho. Aliando suas linhas fluidas, faróis sinistros, vontade de matar; e a potência de seu supermotor 5.9, o Plymouth Fury Christine 5.9 é o carro ideal para você atropelar amigos, parentes e namoradas.

Para garantir bons assassinatos, a Plymouth Fury Christine 5.9 foi equipada com diversos elementos que fatiam motorista e passageiros. Sistema de som com rádio de uma estação só, freios ABS, aplicativo DIE e vidros que não abrem em caso de incêndio são apenas uma amostra do que a Plymouth Fury Christine 5.9 tem a oferecer.



Tecnologia - Plymouth Fury Christine 5.9



Sempre à frente de seu tempo, a Chrysler busca as últimas novidades em tecnologia para desenvolver seus carros. E a linha Christine reflete esta preocupação nos diversos itens de série do Plymouth Fury Christine 5.9. Cintos enforcadores de segurança, banco esmagador revestido de couro, sistema regenerativo em caso de perda total; e luzes internas são os elementos que merecem destaque.

Conforto - Plymouth Fury Christine 5.9



Mas o design não seria nada sem o conforto interno da Plymouth Fury Christine 5.9. Com seus assentos extremamente flexíveis, amortecedores SST, amplo porta-malas guarda-defunto, acendedor de cigarro automático e bancos auto-limpantes, o veículo mantém os passageiros tranquilos o motorista atento somente à matança.

Segurança - Plymouth Fury Christine 5.9

A Chrysler sempre priorizou a segurança na fabricação de toda sua linha. Por isso, a Plymouth Fury Christine 5.9 vem com diversos equipamentos de segurança como o tradicional sistema de bloqueio de vazamento de sangue em caso de acidentes, alça de matança dianteira nas portas, cintos de seguraça de três pontos com regulagem de força de enforcamento e o capô lança-cadáver. Tudo isto feito com o planejamento profissional da Chrysler.

Itens de série - Plymouth Fury Christine 5.9

• Apoios de cabeça dianteiros com pregos automáticos
• Bancos com efeito antimergulho
• Barras de proteção de carga para o banco do motorista
• Ferros de assassinato nas portas
• Cintos de segurança retráteis enforcadores
• Jatos internos de combustível em caso de incêncdio
• Faróis sinistros
• Freios traseiros falidos
• Indicador de manutenção do veículo
• Indicador de portas abertas
• Lanterna traseira de neblina integrada
• Piscas laterais na cor vermelha "efeito malvado" e sanguinário
• Protetor de cadáver
• Retrovisor inferno dia e noite
• Retrovisores sem regulagem
• Tampa do tanque de combustível maléfica

Lara Bucetinha e seu e-mail indigesto


Po, olha a pérola que eu recebi de uma tal de Lara Bucetinha, um viral de hotmail do caralho.

Maravilha tropical!

5 de dezembro de 2009

Vida longa ao "negão baladeiro"

Sim. Vida longa ao "negão baladeiro". Vagner Love, o centroavante do amor, é uma pessoa carismática que alegra o futebol brasileiro. Talvez seja isso mesmo que confunda a cabeça destes torcedores cabeças de bagre. Quando sorri, faz sua comemorações irreverentes e troca a cor do cabelo a cada quatro dias, Vagner demonstra um desligamento positivo, tanto de sua própria persona pública, o atacante matador, quanto do futebol.

Em nenhum momento, Love demonstrou-se apático nas partidas, joga como joga um atacante, mas está em má fase. E como um bom atacante em má fase fica em campo? Simples, parado lá na frente esperando pelo gol. A falta dos torcedores gritando seu nome, o balançar das redes, a cada partida sem isto, os chutes saem cada vez mais longe e o goleiro parece um gigante dos 4 paus.

Caçado nas ruas, avenidas e estacionamentos por integrantes, no mínimo desocupados, da torcida Mancha Alviverde, Love não corre, enfrenta os brucutus e ainda bate. E isso enlouquece mais ainda seus agressores. Desde que levou uma mulher para a concentração palmeirense ganhando o condinome Love e ameaçou jogar no Corinthians, começou a ser odiado por parte da torcida.

A memória é tão pequena que os fanáticos esquecem-se que foi Love que ajudou a equipe a sair da série B. Correu como louco em campos esquecidos, balançando a rede várias vezes, Vagner foi o artilheiro do campeonato.