31 de maio de 2012

Descobrimos o pai do novo Cirilo!

FILHÃO!!!!!! VEM COM O PAPAI!!!
PAPAI!!! DEIXA QUE DIGAM QUE PENSEM QUE FALEM!!!

Mensagem subliminar na novela CARROSSEL!!!






C I R I L O: Invertendo as letras: C R I O L O
Seria isso uma mensagem subliminar das mais revoltosas ou pura coincidência?

Katsushika Hokusai - Gosta de mangá? Então leia!


Não se sabe ao certo qual foi o mês de nascimento de Katsushika Hokusai. Provavelmente, o artista japonês tenha nascido em outubro ou novembro do ano de 1760 na cidade de Edo, atualmente Tókio. Hokusai ficou conhecido pelo estilo ukiyo-e, tipo de pintura similar à xilogravura japonesa do período Edo (1603-1867).
A obra mais conhecida de Hokusai é uma série de xilogravuras chamada “Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji”, da qual faz parte a obra que lhe deu reconhecimento internacional, “A Grande Onda de Kanagawa”, que retrata uma enorme onda ameaçando a embarcação de pescadores.

Apesar de todas as obras da série terem sua importância, foi com a produção de “A Grande Onda” que Hokusai ganhou prestígio, deixando uma marca duradoura no meio artístico, tanto no oriente como em outras partes do mundo.

Outro trabalho conhecido de Hokusai  chama-se “Hokusai Manga”, onde é retratado um estudo sobre movimentos e expressões. O termo manga, utilizado atualmente para histórias em quadrinhos japonesas, era utilizado de outra forma na época, era uma maneira de representar a realidade por meio de caricaturas.

“Entre os temas preferidos de ‘Hokusai Manga’, destacavam-se: a vida urbana, as classes sociais, a natureza fantástica e a personificação dos animais. Tudo isso acompanhado de desenhos de forma caricatural. Ele tinha preferência por pessoas muito gordas ou muito magras, narizes longos e fantasmas. Seu maior legado foi um manual de instrução da arte de desenhar”, explica a pesquisadora Sonia Maria Bibe Luyten no livro “Mangá: O poder dos quadrinhos japoneses”.

A história de Hokusai tem início no período Horeki. O artista era filho de uma família de artesões do bairro de Katsushika. Seu pai fabricava espelhos para ganhar a vida e acredita-se que sua mãe fosse uma concubina, esposa secundária. Aos seis anos, o pintor começou a fazer seus primeiros trabalhos, decorando os espelhos que seu pai fabricava.

Era comum que artistas japoneses utilizassem diversos nomes. Porém, Hokusai chegou a ter 30 nomes, quantidade maior que a de qualquer outro artista do Japão. Entre as fases de pintura de Hokusai, um período ocultado sobre sua obra é o Taito, no qual produziu arte erótica em uma série chamada Sungai. Este é mais um motivo para tantas mudanças de nome de Hokusai. Para não ser acusado de imoralidade, o artista tinha que esconder as gravuras em envelopes com diversos pseudônimos diferentes.

Antes de sua morte, ocorrida em 10 de maio de 1849, Hokusai escreveu um haicai:

Agora como espírito

devo atravessar

os campos de verão.

Fontes:
BIBE LUYTEN, Sonia. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2000.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Katsushika_Hokusai
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Grande_Onda_de_Kanagawa

Link da matéria: http://www.infoescola.com/biografias/hokusai/

Produtora do ‘Conexão Repórter’ se passa por modelo e mostra o submundo do glamour


O ‘Conexão Repórter’, do SBT, desta quinta-feira, 31, revela os bastidores do mundo das modelos. Após cinco meses de investigação, o jornalista e apresentador Roberto Cabrini mostrará "o outro lado da passarela", documentário exclusivo sobre o lado pouco conhecido da profissão desejada por tantas jovens.

Uma produtora do programa se passou por candidata a modelo e se infiltrou em agências, conheceu empresários e intermediários. Ela gravou encontros, seleções, provas e todo tipo de oferta. A reportagem mostra armadilhas perigosas no caminho de adolescentes que querem alcançar a fama: dietas desumanas, drogas e propostas de sexo em troca de um suposto emprego. São mais de 100 horas de gravações e de encontros registrados com câmeras escondidas.

O programa é intercalado por entrevistas feitas por Cabrini com vítimas do lado “obscuro” da profissão de modelo. “Há anos que planejava documentar o lado sujo deste glamour. São brasileiras que deixam suas casas sonhando em se tornarem top models e acabam submetidas a situações constrangedoras e indignas. O primeiro passo para essa apuração foi justamente o mais difícil. Encontrar uma jornalista com o perfil ideal para levar a cabo as gravações, o que finalmente conseguimos”, conta Cabrini.

Fonte: http://portal.comunique-se.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=68730:produtora-do-conexao-reporter-se-passa-por-modelo-para-mostrar-o-submundo-do-glamour&catid=28:carreira&Itemid=20

30 de maio de 2012

VERGONHA NACIONAL

Messi e Marky Ramone!!! CLACLAP

Neymar e Thiaguinho!!! OMG!!!

VERGONHA NACIONAL! PO! NEYMAR, NÃO FAZ ISSO!!!

Em cima: Messi e Marky Ramone
Em baixo: Thiaguinho e Neymar

Ramones Live Bremen 78

25 de maio de 2012

Quando a nerdice encontra o rock 'n' roll

Guitarras nunca tiveram muita coisa ver com o mundo geek. Roqueiros, geralmente, são os populares, os caras que batem no gordinho de óculos com bumbum de fralda. Dando uma pesquisada, relembrando figurinhas do fundo do baú, escolhi as bandas e músicos mais nerds (digo, com cara de nerd) do rock.

Buddy Holly. Esse com certeza jogava Pokemon


E esse olhar de PC Siqueira, Elvis Costello? Creeedo.

Devo. Sem comentários.
Bo Diddley. Negão, guitarrinha quadrada, nerdice exalando

Roy Orbison depois de uma sessão de Star Wars

XICO SÁ - Monalisa é corintiana

Como secar o time da musa? Tentei, mas pensava naquele rostinho. Linda, linda, linda


Amigo torcedor, amigo secador, o meu agourento corvo Edgar fez um pacto com o gavião, só sendo, mas isso é o de menos, o que me interessa é essa coisa de amor e futebol, para alguns inconciliável, para mim, vida simples: primeiro a mulher, depois o time. Quem achar o contrário que levante o dedo ou cale-se para sempre.

Não sou Corinthians, embora admire muito, na qualidade de cronista de costumes, a capacidade de um time mudar a cara ranzinza de São Paulo com um triunfo, isso é bonito, repito: o café vem mais quente e a cerveja, mais gelada no dia seguinte. Eis o mantra que vi, ouvi, quando aqui cheguei, no sorriso do Marivas, um ex-boy desta Folha que, com a bravura do sangue baiano, virou um ótimo jornalista. Corintianíssimo, guerreiro de Irecê, terra do feijão e do sonho, meu velho Orígenes Lessa.

Mas falaria de outra coisa. Pause. Não posso conhecer ou amar mulheres que torcem por outros times. Caio feito um patinho no conto delas. Um patinho sob a mira no parque de diversões.

Como não pensar que Aline sofria nas arquibancadas de Pacaembu anteontem, embora eu estivesse distante?! Só pensava nos seus novos óculos à Johnny Depp nos filmes de Jim Jarmusch. Linda! Que não molhe essas lentes com lágrimas futebolísticas.

Não queria, jamais, que minha enfermeira corintiana, minha Monalisa do Ipiranga, desabasse qual uma Maysa ludopédica, meu mundo caiu nas Américas.

Como secar o time da musa?

Tentei, mas pensava sempre no seu rostinho de Hollywood anos 40. Linda, linda, linda.

Não consegui o requinte dessa perversão, amigo. Primeiro sempre as damas, mesmo na saída do Titanic.

Fiquei vendo o jogo na solidão de um quarto de hotel em Petrolina, meu corvo Edgar ao longe na indecifrável aliança gavionística, e eu pensando nela. Logo mais pegaria um voo para São Paulo e a queria como nunca.
Por um momento pensei em uma suposta vantagem sentimental: ela estaria mais triste e careceria de um ombro. Não. Aqueles olhinhos já nasceram melancólicos. Que Aline sorria sob os holofotes do Pacaembu e volte para casa com a esperança de sempre salvar vidas ou produzir artes -sua nova mania, coisa única.
Cheguei e ela desabou na cama de tanta adrenalina. Nem deu tempo dar os parabéns pela vitória do seu time. Só deu tempo da gente ser feliz para sempre até que a Libertadores nos separe.

24 de maio de 2012

MOMENTO MEIA-HORA: Filho mata mãe e se joga do terceiro andar

SÃO PAULO


Um homem suspeito de matar a mãe, de 73 anos, a facadas, morreu ao pular da janela do terceiro andar do apartamento em que moravam, na Vila Mariana, na sexta-feira.
Moradores ouviram gritos e chamaram a PM. Os policiais bateram na porta, sem sucesso. Em seguida, segundo moradores, o homem pulou da janela. Os policiais arrombaram a porta e acharam o corpo da mulher na área de serviço, esfaqueada na cabeça e no abdômen. Uma filha da vítima contou que o irmão sofria de esquizofrenia.